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A diminuição da água
disponível nos próximos
anos vai exigir que as empresas e outros
estabelecimentos adotem novos sistemas
para otimizar o uso. Pensando nisso,
a SMI desenvolve em alguns empreendimentos
(negócios) um programa de captação
de água da chuva para reuso.
Visando assim Reduzir impactos ambientais
significativos gerados pelos processos
produtivos da SMI.
As águas de chuva são
encaradas pela legislação
brasileira hoje como esgoto, pois ela
usualmente vai dos telhados e dos pisos
para as bocas de lobo, onde como "solvente
universal" vai carreando todo tipo
de impureza dissolvida, suspensa ou
simplesmente arrastadas mecanicamente
para um córrego e finalmente
chegando a um rio, que por sua vez vai
acabar suprindo uma captação
para tratamento de água potável.
Essa água sofreu um processo
natural de diluição e
autodepuração ao longo
de seu percurso hídrico, nem
sempre suficiente para realmente depurá-la.
Uma pesquisa da Universidade da Malásia
deixou claro que após o início
da chuva, somente as primeiras águas
carreiam ácidos, microorganismos
e outros poluentes atmosféricos,
sendo que normalmente pouco tempo após,
a mesma já adquire características
de água destilada, que pode ser
coletada em reservatórios fechados
sem causar nenhum dano à saúde.
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